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Área de Especialidade | Adultos | Oncologia

Sintomas Frequentes

O seu profissional de saúde poderá informá-lo dos sintomas associados à doença oncológica. Veja alguns abaixo:

No nosso guia encontra dicas mais completas para a gestão de sintomas com impacto nutricional. Verifique sempre as indicações com os profissionais que o acompanham e esclareça as suas dúvidas.

Nunca esqueça de referir os sintomas que sente, para que a intervenção possa ser adequada a si.

Sintomas Frequentes

A diarreia corresponde ao aumento no número de dejeções diárias e diminuição da consistência das fezes. A ocorrência de dejeções líquidas mais de 3 vezes num dia é habitualmente considerada diarreia.

Pode ser causada pelos tratamentos, por infeções e também pela doença. Este sintoma compromete a digestão e absorção dos nutrientes, podendo levar a desidratação e desnutrição.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

  • Reforce a hidratação
  • Evite bebidas com cafeína
  • Beba lentamente, de forma constante, evitando líquidos muito frios ou muito quentes.

A oclusão intestinal consiste num bloqueio parcial ou completo que impede a passagem dos alimentos, líquidos, fezes ou gases através do intestino delgado ou grosso.

Pode ser parcial ou completa e apresenta como sintomas:

  • Diarreia/obstipação;
  • Presença/ausência de trânsito para gases e/ou fezes;
  • Dor e distensão abdominal;
  • Enfartamento;
  • Náuseas e vómitos.

Pode ser causada pela presença de tumores, aderências, inflamação intestinal ou hérnias.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que aumente o consumo de água e as suas refeições devem ser frequentes e de pequeno volume.

Na ausência de dejeções, com dor abdominal, distensão abdominal e/ou vómitos, deve contactar a equipa que faz o seu acompanhamento.

Este sintoma pode ocorrer pela própria doença ou em consequência dos tratamentos (quimioterapia, radioterapia ou cirurgia). Compromete a capacidade de mastigação, deglutição, degustação e comunicação e aumenta o risco de infeções. Em algumas circunstâncias o uso de saliva artificial pode ser considerado. Pode ser agravada por alguma medicação concomitante.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

  • Aumente a ingestão de líquidos ao longo do dia;
  • Ingira líquidos durante as refeições para facilitar a mastigação e a deglutição;
  • Coloque gotas de limão/laranja nas bebidas e nos alimentos (o sabor cítrico é capaz de estimular a produção de saliva);
  • Ingira frutas com elevado conteúdo de água
  • Prefira preparações culinárias com mais molho
  • Prefira alimentos macios e húmidos;
  • Mastigue pastilhas elásticas e rebuçados sem açúcar (preferencialmente com sabor cítrico/mentolado);
  • Dissolva na boca pequenas porções de bebidas congeladas

A obstipação corresponde a um retardamento do funcionamento intestinal.

Pode ser causada ou agravada por alguns medicamentos, por alterações na dieta, por inadequada ingestão de água e por inatividade. Pode acompanhar-se de dores abdominais, sensação de distensão abdominal, flatulência e náuseas.

A obstipação deve ser prevenida ou abordada no início, caso contrário as suas complicações e o desconforto tornam-se mais difíceis de resolver.

Se estiver há mais de 48 horas sem conseguir evacuar (comparando com o seu padrão habitual) deve contactar a sua equipa de oncologia.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que: a primeira abordagem deve consistir em reforçar a hidratação, estimular a atividade física e gestão de questões alimentares. A sua equipa assistencial poderá ter recomendado a toma de laxante ou aplicação de clister.

Correspondem a sintomas muito temidos pelos doentes e o seu risco varia com o tipo de tratamento que realiza. Podem ser prescritos, pelo seu oncologista, medicamentos para tomar durante e após o tratamento.

Deve cumprir rigorosamente a medicação e reportar ao médico o efeito da prescrição. Caso tenha uma diminuição significativa da sua ingestão alimentar pelas náuseas, ou se tiver mais que 3 episódios de vómito nas últimas 24 horas deve contactar a sua equipa de oncologia.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

  • Faça várias refeições ao longo do dia de pequeno volume;
  • Evite saltar refeições e ficar muitas horas sem comer;
  • Evite beber durante as refeições;
  • Não se deite logo após as refeições ou, se o fizer, mantenha a cabeceira elevada;
  • Realize as refeições em ambiente agradável (fora da cozinha, sem cheiros);
  • Decore os pratos com ervas aromáticas, frutas, etc, de forma a torna-los mais apetecíveis;
  • O gengibre pode auxiliar no controlo dos sintomas:
  • Prepare infusão/água aromatizada com a raiz do gengibre e vá bebendo ao longo do dia;
  • Adicione o gengibre a sopas, pratos, batidos e sumos;
  • Pode beber ginger-ale.
  • Se possível peça a algum familiar/amigo para preparar as refeições;
  • Se tiver que cozinhar, prepare maior quantidade de comida nos dias em que não tem náuseas e congele em porções individuais para aquecer nos dias em que tem mais sintomas.

Este sintoma muito frequente em doente sob radioterapia da cabeça-pescoço, pode persistir durante meses a anos após o término do tratamento. Também é muito frequente em alguns esquemas de quimioterapia. Pode levar a recusa ou aversão alimentar.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

  • Prepare pratos coloridos e visualmente agradáveis;
  • Experimente novos alimentos ou alimentos que não gostava antes;
  • Prefira alimentos frios e cítricos;
  • Utilize ervas aromáticas, especiarias, limão e marinadas na preparação e confeção dos alimentos;
  • Nas refeições inclua alimentos com sabores e texturas contrastantes (exemplo: misturar carne/peixe com frutas, incluir alimentos crocantes ou sementes nas preparações culinárias, misturar alimentos doces com salgados, …);
  • Beba água com limão/laranja;
  • Mastigue pastilhas elásticas e rebuçados sem açúcar (preferencialmente com sabor cítrico);
  • Faça a limpeza e estimulação das papilas gustativas antes da refeição através de bochechos de água com limão/laranja, água com gás, chá de gengibre ou sumos de frutas cítricas.

Até 70% dos doentes desenvolvem estas mesmas alterações antes, durante e até 1 ano após os tratamentos.12 Existem SNO especificamente desenvolvidos e validados para esta condição específica, que permitem uma sensação intensa ou refrescante no momento da toma.13 Devem ser tomados sob supervisão de um profissional de saúde

A anorexia é dos sintomas mais frequentes nos doentes com cancro, independentemente da sua localização, sendo multifatorial a sua causa.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

  • Faça várias refeições  de pequeno volume ao longo do dia;
  • Quando está com mais apetite faça refeições com maior volume;
  • Evite a monotonia alimentar, dê preferência a pratos diversificados, coloridos e com diferentes texturas;
  • Faça as refeições em ambiente agradável;
  • Se necessário modifique a textura dos alimentos (exemplo: batidos, puré, carne picada,…);
  • Nos dias em que se sentir melhor, cozinhe em maior quantidade e congele em porções individuais para aquecer nos dias em que tem menos apetite;
  • Tenha sempre alimentos de conveniência (alimentos prontos a comer) ao dispor (exemplo: ovos cozidos, frutos secos e oleaginosos, gelados, iogurtes, pudins,…);
  • Fortifique os pratos, molhos e sopas com alimentos de elevado valor energético (açúcar, mel, chocolate, natas, leite em pó, iogurtes, queijos, azeite, manteiga, maionese, geleias, marmeladas, compotas...);
  • Realce o sabor dos alimentos através da utilização de ervas aromáticas, especiarias e marinadas; Inicie a refeição pelo conduto em vez da sopa;
  • Aumente a densidade proteica das refeições:
  • Adicione carne, peixe ou ovos à sopa e ao prato;
  • Recorra às claras de ovo para acrescentar aos pratos ou em sobremesas doces;
  • Opte por iogurtes/pudins ricos em proteínas;
  • No pão opte por adicionar queijo e/ou fiambre.
  • Pratique atividade física regular – o aumento de atividade estimula o apetite;

A mucosite corresponde a uma inflamação das mucosas, que pode atingir qualquer mucosa do organismo, incluindo todo o tubo digestivo.

A sua ocorrência na cavidade oral e garganta pode comprometer muito a ingestão alimentar.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

  • Cozinhe os alimentos de forma a ficarem macios e de fácil mastigação;
  • Pode ser necessário alterar a consistência dos alimentos para mole, cremosa ou líquida, por forma a minimizar a dor na mastigação;
  • Prefira alimentos à temperatura ambiente ou fria;
  • Reforce a hidratação ao longo do dia – beber através de uma palhinha pode ajudar a minimizar a dor;
  • Mantenha uma boa higiene oral.

O termo disfagia pode referir-se tanto à dificuldade de iniciar a deglutição quanto à sensação de que alimentos sólidos e/ou líquidos estão retidos de algum modo na sua passagem da boca para o estômago.

Perante este sintoma fale sempre com a sua equipa assistencial. O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

  • Modifique a consistência dos alimentos conforme indicações do terapeuta da fala e da sua capacidade de deglutição;
  • Realize várias refeições ao longo do dia;
  • Opte por alimentos húmidos e de fácil mastigação e deglutição;
  • Cozinhe os alimentos até ficarem macios e tenros;
  • Corte os alimentos em pequenos pedaços e, se necessário, pique-os com a ajuda de uma picadora ou varinha mágica;
  • Coma sentado e coloque pequenas quantidades no talher;
  • Pode haver necessidade de utilizar um copo de bico para ingerir líquidos;
  • No caso de disfagia para alimentos sólidos pode ser necessária a adaptação da consistência para mole, cremosa ou líquida;
  • No caso de disfagia para alimentos líquidos, semilíquidos e cremosos é indicada a utilização de espessante:
  • Nesta situação estão proibidos alimentos líquidos ou que se liquefazem na boca (exemplo: gelatina, gelados, sorvetes, …).

A fadiga é um dos sintomas mais prevalentes no doente com cancro.

Corresponde a um estado de sensação de fraqueza generalizada com incapacidade de reunir energia suficiente para desempenhar as atividades do dia-a-dia.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

  • Priorize as suas atividades – faça as atividades mais importantes quando tem mais energia;
  • Peça a colaboração de amigos/familiares para a aquisição, preparação e confeção dos alimentos;
  • Tenha sempre alimentos prontos a ingerir para os dias em que se sente com menos energia;
  • Tenha sempre alimentos de conveniência (alimentos prontos a comer) ao dispor (exemplo: ovos cozidos, frutos secos e oleaginosos, gelados, iogurtes, pudins, …);
  • Mantenha uma boa hidratação – a desidratação pode piorar a sensação de fadiga;
  • Mantenha uma ingestão alimentar adequada em energia e proteínas;
  • Pratique atividade física regular – os estudos mostram que quanto maior a atividade física menor a fadiga relacionada com a doença e os tratamentos.

No caso de o seu médico lhe ter transmitido que as suas defesas (glóbulos brancos) estão baixas, deve ter cuidados redobrados de higiene alimentar uma vez que está mais suscetível a infeções e os alimentos podem ser transmissores de microrganismos.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

Não há alimentos específicos para fazer aumentar as defesas. No entanto é importante manter uma alimentação suficiente, variada e adequada em energia, proteínas, vitaminas e minerais. Inclua, se possível, carne, peixe, ovo, hortícolas, frutas, cereais, lacticínios e azeite na sua alimentação diária e mantenha uma boa hidratação.

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Importância da Alimentação

Suplementação Nutricional Oral

Mitos na Alimentação

Sintomas Frequentes

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Guia

1. Elad S, Cheng K, Lalla R, Yarom N, Hong C, Logan R, Bowen J, et al. MASCC/ISOO C linical Practice Guidelines for the Management of Mucositis Secondary to Cancer Therapy. Cancer. 2020.126(19): 4423-4431.
2. Arends J, Bachmann P, Baracos V, Barthelemy N, Bertz H, Bozzetti F, Fearon K, Hütterer E, et al, ESPEN guidelines on nutrition in cancer patients. Clin Nutr, 2017. 36:11–48.
3. Arends J, Baracos V, Bertz H, Bozzetti F, Calder PC, Deutz NEP, Erickson N, et al, ESPEN expert group recommendations for action against cancer related malnutrition. Clin Nutr, 2017. 36: 1187-1196.
4. Roeland EJ, Bohlke K, Baracos V, Bruera E, Fabbro E, Dixon S, et al, Management of Cancer Cachexia: ASCO Guideline. J Clin Oncol 38:2438-2453.
5. J. Arends, F. Strasser, S. Gonella, T. S. Solheim, C. Madeddu, P. Ravasco, L. Buonaccorso, M. A. E. de van der Schueren, C. Baldwin, M. Chasen & C. I. Ripamonti, on behalf of the ESMO Guidelines Committee. Cancer cachexia in adult patients: ESMO Clinical Practice Guidelines. ESMO Open. 2021 Apr:6(3):100092.
6. Muscaritoli M, Arends J, Bachmann P, Baracos V, Barthelemy N, Bertz H, et al. ESPEN practical guideline: Clinical Nutrition in cancer. Clinical Nutrition 40 (2021) 2898 e 2913.
7. NCCN Guidelines. Antiemesis. Version 2.2022.

8. Mercadante S. Palliative care of bowel obstruction in cancer patients. UpToDate. Acedido em 28/07/2022.
9. Mendes J, Ruivo E, Simas A, Amaral T. Desenvolvimento da versão em português do Nutriscore. Act Port Nutr 21 (2020) 46-49.
10. Horie LM, Barrere AP, Cas tro MG, et al . Diretriz BRASPEN de terapia nutricional no paciente com câncer. BRASPEN J 2019; 34 (Supl. 1):2-32.
11. Sociedade Brasileira de Nutrição Oncológica. I Consenso brasileiro de nutrição oncológica da SBNO / Sociedade Brasileira de Nutrição Oncológica ; organizado por Nivaldo Barroso de Pinho. Rio de Janeiro : Edite, 2021. 164 p.
12. Nutrition for the Person with cancer during treatment – A Guide for Patients and Families. American Cancer Society. 2019. No 941000 Ver. 11/19.
13. Support for People with Cancer – Eating Hints: Before, during, and after Cancer Treatment. National Cancer Institute. 2018. No 18-7157.
14. Peñas R, Majem M, Perez-Altozano J, Virizuela J, Cancer E, Diz P, et al. SEOM clinical guidelines on nutrition in cancer patients (2018). Clinical and Translational Oncology (2019)

Esclarecemos as suas dúvidas

Entre em contacto com os nossos especialistas para aconselhamento na toma e composição dos nossos produtos ou para falar com um representante Nutricia da sua zona. Estamos disponíveis todos os dias da semana, das 9h às 22h.


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Mitos na Alimentação

A nutrição de um doente com cancro pode gerar algumas dúvidas e o profissional de saúde assistente será sempre a melhor pessoa para ajudar.

Parece existir um conjunto de informações que podem gerar confusão entre a prevenção e o tratamento e ainda sobre a forma como a nutrição do doente ou as escolhas alimentares familiares podem influenciar o estado nutricional do doente. Eis alguns mitos e factos sobre a nutrição do doente oncológico:

Mitos

  • A água alcalina é a melhor
  • O açúcar alimenta o cancro
  • Qualquer esforço físico deve ser evitado
  • A beterraba cura a anemia e baixa as plaquetas
  • Os alimentos ácidos estão proibidos
  • Não se deve beber leite
  • O vinho é benéfico para a saúde
  • Os alimentos crus (fruta e hortícolas) estão proibidos
  • Não pode comer refeições aquecidas
  • Deve excluir a lactose
  • O glúten faz mal

Factos

  • Não há alimentos que curem o cancro
  • Beber água é fundamental
  • A atividade física ajuda na gestão da alimentação
  • O bem-estar emocional é fundamental
  • A ajuda da família é indispensável
  • O apoio social ajuda a ultrapassar as dificuldades
  • O vinagre não é desinfetante

Tire as suas dúvidas, preferencialmente, com um nutricionista, médico ou enfermeiro experientes em Oncologia ou com outro elemento da sua equipa de saúde.

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Importância da Alimentação

Malnutrição do doente oncológico

Sabia que 1 EM CADA 3 DOENTES oncológicos sofrem de malnutrição?

A nutrição é um aspeto fulcral a ter em conta na gestão da doença oncológica, dado que as necessidades nutricionais diárias estão aumentadas nestes doentes. A malnutrição é frequente no doente oncológico1,2 e pode ter impacto no resultado dos tratamentos.3,4

O que é a Malnutrição no doente oncológico?

Quando a ingestão alimentar não é suficiente para cobrir as necessidades nutricionais, aumenta o risco de malnutrição, que se reflete na perda de peso de forma involuntária e, principalmente, na perda de massa muscular.5  A malnutrição tem um impacto negativo no doente oncológico, diminuindo a resposta ao tratamento e aumentando o risco de complicações.6-9

Consequências da perda de peso no doente oncológico.10,11

O défice de ingestão alimentar pode estar relacionada com os sintomas associados aos tratamentos: dor, dificuldade a engolir, náuseas e vómitos, falta de apetite, cansaço, boca seca, alterações do paladar e diarreia.12,13 Todos estes sintomas podem levar a uma perda de peso.

Perda de força muscular14

Diminuição da qualidade de vida15,16

Aumento do tempo de internamento17

Interrupção dos tratamentos18

Diminuição das defesas imunitárias19

Consequências da perda de peso no doente oncológico.10,11

O défice de ingestão alimentar pode estar relacionada com os sintomas associados aos tratamentos: dor, dificuldade a engolir, náuseas e vómitos, falta de apetite, cansaço, boca seca, alterações do paladar e diarreia.12,13 Todos estes sintomas podem levar a uma perda de peso.

Perda de
força muscular14

Diminuição da
qualidade de vida15,16

Aumento do tempo de internamento17

Interrupção dos tratamentos18

Diminuição das defesas imunitárias19

Bom estado nutricional

Melhora o peso corporal e a massa muscular20

Melhora a tolerância e a resposta aos tratamentos oncológicos21

Melhora a qualidade de vida.22

Bom estado nutricional

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Guia

1. Laviano & Meguid, Nutrition. 1996 May; 12(5):358-71
2. Davies M. Eur J Oncol Nurse. 2006; 9:S64 – S73
3. Baracos VE, Eur J Clin Nutr. 2018; 72: 1255-1259
4. Heburterne X et al, JPEN J ParenterEnteral Nutr. 2014;38:196-204
5. Caro M, et al. Clin Nutr. 2007;26(3):289-301.
6. Martin L, et al. J Clin Oncol. 2015;33(1):90.
7. Prado CM, et al. Proc Nutr Soc. 2016;75(2):188-98.
8. Burden ST, et al. J Cachexia, Sarcopenia and Muscle. 2017.
9. Fokuda et al. Ann Surg Oncol. 2015;22:S77-85.
10.Laviano & Meguid, Nutrition. 1996 May; 12(5):358-71.
11.Davies M. Eur J Oncol Nurse. 2005; 9: S64 – S73.

12. Laviano & Meguid, Nutrition. 1996 May; 12(5):358-71.
13.Baldwin et al, J Natl Cancer Inst. 2012, 104(5):371-385.
14. Baldwin et al, J Natl Cancer Inst. 2012, 104(5):371-385.
15. Pressoir M et al., Br J Cancer. 2010; 102: 966-971.
16. Maasberg et al., Neuroendocrinology. 2017; 104:11-25.
17. Melchior et al., Clin Nutr. 2012; 6:896-902.
18. Ross PJ, et al. Br J Cancer. 2004; 90(10): 1905-1911.
19. Fokuda et al. Ann Surg Oncol. 2015; 22 S77-85.
20. Paccagnella A, et al. Supportive Care in Cancer. 2010;18(7):837-45.
21. Manfredelli S, et al. Annals of Surgical Oncology. 2017;24(11):3324-30.
22. Blackwood HA, et al. Supportive Care in Cancer. 2020;28(4):1877-89.

1. Laviano & Meguid, Nutrition. 1996 May; 12(5):358-71
2. Davies M. Eur J Oncol Nurse. 2006; 9:S64 – S73
3. Baracos VE, Eur J Clin Nutr. 2018; 72: 1255-1259
4. Heburterne X et al, JPEN J ParenterEnteral Nutr. 2014;38:196-204
5. Caro M, et al. Clin Nutr. 2007;26(3):289-301.
6. Martin L, et al. J Clin Oncol. 2015;33(1):90.
7. Prado CM, et al. Proc Nutr Soc. 2016;75(2):188-98.
8. Burden ST, et al. J Cachexia, Sarcopenia and Muscle. 2017.
9. Fokuda et al. Ann Surg Oncol. 2015;22:S77-85.
10.Laviano & Meguid, Nutrition. 1996 May; 12(5):358-71.
11.Davies M. Eur J Oncol Nurse. 2005; 9: S64 – S73.
12. Laviano & Meguid, Nutrition. 1996 May; 12(5):358-71.
13.Baldwin et al, J Natl Cancer Inst. 2012, 104(5):371-385.
14. Baldwin et al, J Natl Cancer Inst. 2012, 104(5):371-385.
15. Pressoir M et al., Br J Cancer. 2010; 102: 966-971.
16. Maasberg et al., Neuroendocrinology. 2017; 104:11-25.
17. Melchior et al., Clin Nutr. 2012; 6:896-902.
18. Ross PJ, et al. Br J Cancer. 2004; 90(10): 1905-1911.
19. Fokuda et al. Ann Surg Oncol. 2015; 22 S77-85.
20. Paccagnella A, et al. Supportive Care in Cancer. 2010;18(7):837-45.
21. Manfredelli S, et al. Annals of Surgical Oncology. 2017;24(11):3324-30.
22. Blackwood HA, et al. Supportive Care in Cancer. 2020;28(4):1877-89.

Esclarecemos as suas dúvidas

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O seu profissional de saúde poderá informá-lo dos sintomas associados à doença oncológica. Veja alguns abaixo:

No nosso guia encontra dicas mais completas para a gestão de sintomas com impacto nutricional. Verifique sempre as indicações com os profissionais que o acompanham e esclareça as suas dúvidas.

Nunca esqueça de referir os sintomas que sente, para que a intervenção possa ser adequada a si.

Sintomas Frequentes

A diarreia corresponde ao aumento no número de dejeções diárias e diminuição da consistência das fezes. A ocorrência de dejeções líquidas mais de 3 vezes num dia é habitualmente considerada diarreia.

Pode ser causada pelos tratamentos, por infeções e também pela doença. Este sintoma compromete a digestão e absorção dos nutrientes, podendo levar a desidratação e desnutrição.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

  • Reforce a hidratação
  • Evite bebidas com cafeína
  • Beba lentamente, de forma constante, evitando líquidos muito frios ou muito quentes.

A oclusão intestinal consiste num bloqueio parcial ou completo que impede a passagem dos alimentos, líquidos, fezes ou gases através do intestino delgado ou grosso.

Pode ser parcial ou completa e apresenta como sintomas:

  • Diarreia/obstipação;
  • Presença/ausência de trânsito para gases e/ou fezes;
  • Dor e distensão abdominal;
  • Enfartamento;
  • Náuseas e vómitos.

Pode ser causada pela presença de tumores, aderências, inflamação intestinal ou hérnias.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que aumente o consumo de água e as suas refeições devem ser frequentes e de pequeno volume.

Na ausência de dejeções, com dor abdominal, distensão abdominal e/ou vómitos, deve contactar a equipa que faz o seu acompanhamento.

Este sintoma pode ocorrer pela própria doença ou em consequência dos tratamentos (quimioterapia, radioterapia ou cirurgia). Compromete a capacidade de mastigação, deglutição, degustação e comunicação e aumenta o risco de infeções. Em algumas circunstâncias o uso de saliva artificial pode ser considerado. Pode ser agravada por alguma medicação concomitante.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

  • Aumente a ingestão de líquidos ao longo do dia;
  • Ingira líquidos durante as refeições para facilitar a mastigação e a deglutição;
  • Coloque gotas de limão/laranja nas bebidas e nos alimentos (o sabor cítrico é capaz de estimular a produção de saliva);
  • Ingira frutas com elevado conteúdo de água
  • Prefira preparações culinárias com mais molho
  • Prefira alimentos macios e húmidos;
  • Mastigue pastilhas elásticas e rebuçados sem açúcar (preferencialmente com sabor cítrico/mentolado);
  • Dissolva na boca pequenas porções de bebidas congeladas

A obstipação corresponde a um retardamento do funcionamento intestinal.

Pode ser causada ou agravada por alguns medicamentos, por alterações na dieta, por inadequada ingestão de água e por inatividade. Pode acompanhar-se de dores abdominais, sensação de distensão abdominal, flatulência e náuseas.

A obstipação deve ser prevenida ou abordada no início, caso contrário as suas complicações e o desconforto tornam-se mais difíceis de resolver.

Se estiver há mais de 48 horas sem conseguir evacuar (comparando com o seu padrão habitual) deve contactar a sua equipa de oncologia.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que: a primeira abordagem deve consistir em reforçar a hidratação, estimular a atividade física e gestão de questões alimentares. A sua equipa assistencial poderá ter recomendado a toma de laxante ou aplicação de clister.

Correspondem a sintomas muito temidos pelos doentes e o seu risco varia com o tipo de tratamento que realiza. Podem ser prescritos, pelo seu oncologista, medicamentos para tomar durante e após o tratamento.

Deve cumprir rigorosamente a medicação e reportar ao médico o efeito da prescrição. Caso tenha uma diminuição significativa da sua ingestão alimentar pelas náuseas, ou se tiver mais que 3 episódios de vómito nas últimas 24 horas deve contactar a sua equipa de oncologia.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

  • Faça várias refeições ao longo do dia de pequeno volume;
  • Evite saltar refeições e ficar muitas horas sem comer;
  • Evite beber durante as refeições;
  • Não se deite logo após as refeições ou, se o fizer, mantenha a cabeceira elevada;
  • Realize as refeições em ambiente agradável (fora da cozinha, sem cheiros);
  • Decore os pratos com ervas aromáticas, frutas, etc, de forma a torna-los mais apetecíveis;
  • O gengibre pode auxiliar no controlo dos sintomas:
  • Prepare infusão/água aromatizada com a raiz do gengibre e vá bebendo ao longo do dia;
  • Adicione o gengibre a sopas, pratos, batidos e sumos;
  • Pode beber ginger-ale.
  • Se possível peça a algum familiar/amigo para preparar as refeições;
  • Se tiver que cozinhar, prepare maior quantidade de comida nos dias em que não tem náuseas e congele em porções individuais para aquecer nos dias em que tem mais sintomas.

Este sintoma muito frequente em doente sob radioterapia da cabeça-pescoço, pode persistir durante meses a anos após o término do tratamento. Também é muito frequente em alguns esquemas de quimioterapia. Pode levar a recusa ou aversão alimentar.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

  • Prepare pratos coloridos e visualmente agradáveis;
  • Experimente novos alimentos ou alimentos que não gostava antes;
  • Prefira alimentos frios e cítricos;
  • Utilize ervas aromáticas, especiarias, limão e marinadas na preparação e confeção dos alimentos;
  • Nas refeições inclua alimentos com sabores e texturas contrastantes (exemplo: misturar carne/peixe com frutas, incluir alimentos crocantes ou sementes nas preparações culinárias, misturar alimentos doces com salgados, …);
  • Beba água com limão/laranja;
  • Mastigue pastilhas elásticas e rebuçados sem açúcar (preferencialmente com sabor cítrico);
  • Faça a limpeza e estimulação das papilas gustativas antes da refeição através de bochechos de água com limão/laranja, água com gás, chá de gengibre ou sumos de frutas cítricas.

Até 70% dos doentes desenvolvem estas mesmas alterações antes, durante e até 1 ano após os tratamentos.12 Existem SNO especificamente desenvolvidos e validados para esta condição específica, que permitem uma sensação intensa ou refrescante no momento da toma.13 Devem ser tomados sob supervisão de um profissional de saúde

A anorexia é dos sintomas mais frequentes nos doentes com cancro, independentemente da sua localização, sendo multifatorial a sua causa.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

  • Faça várias refeições  de pequeno volume ao longo do dia;
  • Quando está com mais apetite faça refeições com maior volume;
  • Evite a monotonia alimentar, dê preferência a pratos diversificados, coloridos e com diferentes texturas;
  • Faça as refeições em ambiente agradável;
  • Se necessário modifique a textura dos alimentos (exemplo: batidos, puré, carne picada,…);
  • Nos dias em que se sentir melhor, cozinhe em maior quantidade e congele em porções individuais para aquecer nos dias em que tem menos apetite;
  • Tenha sempre alimentos de conveniência (alimentos prontos a comer) ao dispor (exemplo: ovos cozidos, frutos secos e oleaginosos, gelados, iogurtes, pudins,…);
  • Fortifique os pratos, molhos e sopas com alimentos de elevado valor energético (açúcar, mel, chocolate, natas, leite em pó, iogurtes, queijos, azeite, manteiga, maionese, geleias, marmeladas, compotas...);
  • Realce o sabor dos alimentos através da utilização de ervas aromáticas, especiarias e marinadas; Inicie a refeição pelo conduto em vez da sopa;
  • Aumente a densidade proteica das refeições:
  • Adicione carne, peixe ou ovos à sopa e ao prato;
  • Recorra às claras de ovo para acrescentar aos pratos ou em sobremesas doces;
  • Opte por iogurtes/pudins ricos em proteínas;
  • No pão opte por adicionar queijo e/ou fiambre.
  • Pratique atividade física regular – o aumento de atividade estimula o apetite;

A mucosite corresponde a uma inflamação das mucosas, que pode atingir qualquer mucosa do organismo, incluindo todo o tubo digestivo.

A sua ocorrência na cavidade oral e garganta pode comprometer muito a ingestão alimentar.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

  • Cozinhe os alimentos de forma a ficarem macios e de fácil mastigação;
  • Pode ser necessário alterar a consistência dos alimentos para mole, cremosa ou líquida, por forma a minimizar a dor na mastigação;
  • Prefira alimentos à temperatura ambiente ou fria;
  • Reforce a hidratação ao longo do dia – beber através de uma palhinha pode ajudar a minimizar a dor;
  • Mantenha uma boa higiene oral.

O termo disfagia pode referir-se tanto à dificuldade de iniciar a deglutição quanto à sensação de que alimentos sólidos e/ou líquidos estão retidos de algum modo na sua passagem da boca para o estômago.

Perante este sintoma fale sempre com a sua equipa assistencial. O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

  • Modifique a consistência dos alimentos conforme indicações do terapeuta da fala e da sua capacidade de deglutição;
  • Realize várias refeições ao longo do dia;
  • Opte por alimentos húmidos e de fácil mastigação e deglutição;
  • Cozinhe os alimentos até ficarem macios e tenros;
  • Corte os alimentos em pequenos pedaços e, se necessário, pique-os com a ajuda de uma picadora ou varinha mágica;
  • Coma sentado e coloque pequenas quantidades no talher;
  • Pode haver necessidade de utilizar um copo de bico para ingerir líquidos;
  • No caso de disfagia para alimentos sólidos pode ser necessária a adaptação da consistência para mole, cremosa ou líquida;
  • No caso de disfagia para alimentos líquidos, semilíquidos e cremosos é indicada a utilização de espessante:
  • Nesta situação estão proibidos alimentos líquidos ou que se liquefazem na boca (exemplo: gelatina, gelados, sorvetes, …).

A fadiga é um dos sintomas mais prevalentes no doente com cancro.

Corresponde a um estado de sensação de fraqueza generalizada com incapacidade de reunir energia suficiente para desempenhar as atividades do dia-a-dia.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

  • Priorize as suas atividades – faça as atividades mais importantes quando tem mais energia;
  • Peça a colaboração de amigos/familiares para a aquisição, preparação e confeção dos alimentos;
  • Tenha sempre alimentos prontos a ingerir para os dias em que se sente com menos energia;
  • Tenha sempre alimentos de conveniência (alimentos prontos a comer) ao dispor (exemplo: ovos cozidos, frutos secos e oleaginosos, gelados, iogurtes, pudins, …);
  • Mantenha uma boa hidratação – a desidratação pode piorar a sensação de fadiga;
  • Mantenha uma ingestão alimentar adequada em energia e proteínas;
  • Pratique atividade física regular – os estudos mostram que quanto maior a atividade física menor a fadiga relacionada com a doença e os tratamentos.

No caso de o seu médico lhe ter transmitido que as suas defesas (glóbulos brancos) estão baixas, deve ter cuidados redobrados de higiene alimentar uma vez que está mais suscetível a infeções e os alimentos podem ser transmissores de microrganismos.

O seu profissional de saúde poderá recomendar-lhe que:

Não há alimentos específicos para fazer aumentar as defesas. No entanto é importante manter uma alimentação suficiente, variada e adequada em energia, proteínas, vitaminas e minerais. Inclua, se possível, carne, peixe, ovo, hortícolas, frutas, cereais, lacticínios e azeite na sua alimentação diária e mantenha uma boa hidratação.

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1. Elad S, Cheng K, Lalla R, Yarom N, Hong C, Logan R, Bowen J, et al. MASCC/ISOO C linical Practice Guidelines for the Management of Mucositis Secondary to Cancer Therapy. Cancer. 2020.126(19): 4423-4431.
2. Arends J, Bachmann P, Baracos V, Barthelemy N, Bertz H, Bozzetti F, Fearon K, Hütterer E, et al, ESPEN guidelines on nutrition in cancer patients. Clin Nutr, 2017. 36:11–48.
3. Arends J, Baracos V, Bertz H, Bozzetti F, Calder PC, Deutz NEP, Erickson N, et al, ESPEN expert group recommendations for action against cancer related malnutrition. Clin Nutr, 2017. 36: 1187-1196.
4. Roeland EJ, Bohlke K, Baracos V, Bruera E, Fabbro E, Dixon S, et al, Management of Cancer Cachexia: ASCO Guideline. J Clin Oncol 38:2438-2453.
5. J. Arends, F. Strasser, S. Gonella, T. S. Solheim, C. Madeddu, P. Ravasco, L. Buonaccorso, M. A. E. de van der Schueren, C. Baldwin, M. Chasen & C. I. Ripamonti, on behalf of the ESMO Guidelines Committee. Cancer cachexia in adult patients: ESMO Clinical Practice Guidelines. ESMO Open. 2021 Apr:6(3):100092.
6. Muscaritoli M, Arends J, Bachmann P, Baracos V, Barthelemy N, Bertz H, et al. ESPEN practical guideline: Clinical Nutrition in cancer. Clinical Nutrition 40 (2021) 2898 e 2913.
7. NCCN Guidelines. Antiemesis. Version 2.2022.

8. Mercadante S. Palliative care of bowel obstruction in cancer patients. UpToDate. Acedido em 28/07/2022.
9. Mendes J, Ruivo E, Simas A, Amaral T. Desenvolvimento da versão em português do Nutriscore. Act Port Nutr 21 (2020) 46-49.
10. Horie LM, Barrere AP, Cas tro MG, et al . Diretriz BRASPEN de terapia nutricional no paciente com câncer. BRASPEN J 2019; 34 (Supl. 1):2-32.
11. Sociedade Brasileira de Nutrição Oncológica. I Consenso brasileiro de nutrição oncológica da SBNO / Sociedade Brasileira de Nutrição Oncológica ; organizado por Nivaldo Barroso de Pinho. Rio de Janeiro : Edite, 2021. 164 p.
12. Nutrition for the Person with cancer during treatment – A Guide for Patients and Families. American Cancer Society. 2019. No 941000 Ver. 11/19.
13. Support for People with Cancer – Eating Hints: Before, during, and after Cancer Treatment. National Cancer Institute. 2018. No 18-7157.
14. Peñas R, Majem M, Perez-Altozano J, Virizuela J, Cancer E, Diz P, et al. SEOM clinical guidelines on nutrition in cancer patients (2018). Clinical and Translational Oncology (2019)

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Entre em contacto com os nossos especialistas para aconselhamento na toma e composição dos nossos produtos ou para falar com um representante Nutricia da sua zona. Estamos disponíveis todos os dias da semana, das 9h às 22h.


Mitos na Alimentação

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Mitos na Alimentação

A nutrição de um doente com cancro pode gerar algumas dúvidas e o profissional de saúde assistente será sempre a melhor pessoa para ajudar.

Parece existir um conjunto de informações que podem gerar confusão entre a prevenção e o tratamento e ainda sobre a forma como a nutrição do doente ou as escolhas alimentares familiares podem influenciar o estado nutricional do doente. Eis alguns mitos e factos sobre a nutrição do doente oncológico:

Mitos

  • A água alcalina é a melhor
  • O açúcar alimenta o cancro
  • Qualquer esforço físico deve ser evitado
  • A beterraba cura a anemia e baixa as plaquetas
  • Os alimentos ácidos estão proibidos
  • Não se deve beber leite
  • O vinho é benéfico para a saúde
  • Os alimentos crus (fruta e hortícolas) estão proibidos
  • Não pode comer refeições aquecidas
  • Deve excluir a lactose
  • O glúten faz mal

Factos

  • Não há alimentos que curem o cancro
  • Beber água é fundamental
  • A atividade física ajuda na gestão da alimentação
  • O bem-estar emocional é fundamental
  • A ajuda da família é indispensável
  • O apoio social ajuda a ultrapassar as dificuldades
  • O vinagre não é desinfetante

Tire as suas dúvidas, preferencialmente, com um nutricionista, médico ou enfermeiro experientes em Oncologia ou com outro elemento da sua equipa de saúde.

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Suplementação Nutricional Oral

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Suplementação Nutricional Oral

Quando a alimentação habitual não é suficiente os suplementos nutricionais orais podem ajudar na gestão da perda de peso.23

Sempre que a alimentação habitual não seja suficiente para cobrir as necessidades nutricionais do doente oncológico, o profissional de saúde poderá indicar a toma de um suplemento nutricional oral (SNO). Os SNO permitem um aumento da ingestão alimentar sem impactar o apetite do doente, levando a uma melhoria significativa do peso e da composição corporal, da força muscular e da qualidade de vida.24,25

Esteja atento/a às variações de peso e caso verifique perda de peso procure recomendação junto do seu ao seu profissional de saúde.

Ele/a é a melhor pessoa para o/a ajudar.

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Recomendações

  • 1-3 garrafas por dia entre refeições.
  • Iniciar gradualmente a toma (por exemplo iniciar por meia garrafa e aumentar nos 3 dias seguintes até alcançar a dose recomendada).
  • Beber fresco.
  • Agitar o produto antes de abrir.
  • Depois de aberto, colocar no frigorífico bem fechado e consumir em 24 horas.

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23. Arends J, et al. ESPEN guidelines on nutrition in cancer patients. Clin Nutr.2017;36(1):11-48.
24. Arends J, et al. Clin Nutr. 2016; 1-38.
25. Cawood et al. Ageing Res. Rev 2012;11:278-96.
26. Hubbard GP et al. Clin Nutr . 2012; 31: 293 312.
27. Hubbard GP et al. Proc. Nutr . Soc . 2010; 69(OCE2).

*Análise qualitativa comparativa dos produtos disponíveis, no mercado português, para a gestão nutricional da malnutrição no doente oncológico, em Junho de 2022, HMR e websites das marcas concorrentes

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Malnutrição do doente oncológico

Sabia que 1 EM CADA 3 DOENTES oncológicos sofrem de malnutrição?

A nutrição é um aspeto fulcral a ter em conta na gestão da doença oncológica, dado que as necessidades nutricionais diárias estão aumentadas nestes doentes. A malnutrição é frequente no doente oncológico1,2 e pode ter impacto no resultado dos tratamentos.3,4

O que é a Malnutrição no doente oncológico?

Quando a ingestão alimentar não é suficiente para cobrir as necessidades nutricionais, aumenta o risco de malnutrição, que se reflete na perda de peso de forma involuntária e, principalmente, na perda de massa muscular.5  A malnutrição tem um impacto negativo no doente oncológico, diminuindo a resposta ao tratamento e aumentando o risco de complicações.6-9

Consequências da perda de peso no doente oncológico.10,11

O défice de ingestão alimentar pode estar relacionada com os sintomas associados aos tratamentos: dor, dificuldade a engolir, náuseas e vómitos, falta de apetite, cansaço, boca seca, alterações do paladar e diarreia.12,13 Todos estes sintomas podem levar a uma perda de peso.

Perda de força muscular14

Diminuição da qualidade de vida15,16

Aumento do tempo de internamento17

Interrupção dos tratamentos18

Diminuição das defesas imunitárias19

Consequências da perda de peso no doente oncológico.10,11

O défice de ingestão alimentar pode estar relacionada com os sintomas associados aos tratamentos: dor, dificuldade a engolir, náuseas e vómitos, falta de apetite, cansaço, boca seca, alterações do paladar e diarreia.12,13 Todos estes sintomas podem levar a uma perda de peso.

Perda de
força muscular14

Diminuição da
qualidade de vida15,16

Aumento do tempo de internamento17

Interrupção dos tratamentos18

Diminuição das defesas imunitárias19

Bom estado nutricional

Melhora o peso corporal e a massa muscular20

Melhora a tolerância e a resposta aos tratamentos oncológicos21

Melhora a qualidade de vida.22

Bom estado nutricional

Melhora o peso corporal e a massa muscular20

Melhora a tolerância e a resposta aos tratamentos oncológicos21

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1. Laviano & Meguid, Nutrition. 1996 May; 12(5):358-71
2. Davies M. Eur J Oncol Nurse. 2006; 9:S64 – S73
3. Baracos VE, Eur J Clin Nutr. 2018; 72: 1255-1259
4. Heburterne X et al, JPEN J ParenterEnteral Nutr. 2014;38:196-204\
5. Caro M, et al. Clin Nutr. 2007;26(3):289-301.
6. Martin L, et al. J Clin Oncol. 2015;33(1):90.
7. Prado CM, et al. Proc Nutr Soc. 2016;75(2):188-98.
8. Burden ST, et al. J Cachexia, Sarcopenia and Muscle. 2017.
9. Fokuda et al. Ann Surg Oncol. 2015;22:S77-85.
10.Laviano & Meguid, Nutrition. 1996 May; 12(5):358-71.
11.Davies M. Eur J Oncol Nurse. 2005; 9: S64 – S73.

12. Laviano & Meguid, Nutrition. 1996 May; 12(5):358-71.
13.Baldwin et al, J Natl Cancer Inst. 2012, 104(5):371-385.
14. Baldwin et al, J Natl Cancer Inst. 2012, 104(5):371-385.
15. Pressoir M et al., Br J Cancer. 2010; 102: 966-971.
16. Maasberg et al., Neuroendocrinology. 2017; 104:11-25.
17. Melchior et al., Clin Nutr. 2012; 6:896-902.
18. Ross PJ, et al. Br J Cancer. 2004; 90(10): 1905-1911.
19. Fokuda et al. Ann Surg Oncol. 2015; 22 S77-85.
20. Paccagnella A, et al. Supportive Care in Cancer. 2010;18(7):837-45.
21. Manfredelli S, et al. Annals of Surgical Oncology. 2017;24(11):3324-30.
22. Blackwood HA, et al. Supportive Care in Cancer. 2020;28(4):1877-89.

1. Laviano & Meguid, Nutrition. 1996 May; 12(5):358-71
2. Davies M. Eur J Oncol Nurse. 2006; 9:S64 – S73
3. Baracos VE, Eur J Clin Nutr. 2018; 72: 1255-1259
4. Heburterne X et al, JPEN J ParenterEnteral Nutr. 2014;38:196-204\
5. Caro M, et al. Clin Nutr. 2007;26(3):289-301.
6. Martin L, et al. J Clin Oncol. 2015;33(1):90.
7. Prado CM, et al. Proc Nutr Soc. 2016;75(2):188-98.
8. Burden ST, et al. J Cachexia, Sarcopenia and Muscle. 2017.
9. Fokuda et al. Ann Surg Oncol. 2015;22:S77-85.
10.Laviano & Meguid, Nutrition. 1996 May; 12(5):358-71.
11.Davies M. Eur J Oncol Nurse. 2005; 9: S64 – S73.
12. Laviano & Meguid, Nutrition. 1996 May; 12(5):358-71.
13.Baldwin et al, J Natl Cancer Inst. 2012, 104(5):371-385.
14. Baldwin et al, J Natl Cancer Inst. 2012, 104(5):371-385.
15. Pressoir M et al., Br J Cancer. 2010; 102: 966-971.
16. Maasberg et al., Neuroendocrinology. 2017; 104:11-25.
17. Melchior et al., Clin Nutr. 2012; 6:896-902.
18. Ross PJ, et al. Br J Cancer. 2004; 90(10): 1905-1911.
19. Fokuda et al. Ann Surg Oncol. 2015; 22 S77-85.
20. Paccagnella A, et al. Supportive Care in Cancer. 2010;18(7):837-45.
21. Manfredelli S, et al. Annals of Surgical Oncology. 2017;24(11):3324-30.
22. Blackwood HA, et al. Supportive Care in Cancer. 2020;28(4):1877-89.

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1. Laviano & Meguid, Nutrition. 1996 May; 12(5):358-71
2. Davies M. Eur J Oncol Nurse. 2006; 9:S64 – S73
3. Baracos VE, Eur J Clin Nutr. 2018; 72: 1255-1259
4. Heburterne X et al, JPEN J ParenterEnteral Nutr. 2014;38:196-204\
5. Arends J, et al. ESPEN guidelines on nutrition in cancer patients. Clin Nutr.2017;36(1):11-48. 

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A alimentação do doente com cancro é um tema que gera inúmeras dúvidas, mitos e medos.

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Apresentamos-lhe muitos dos sintomas comuns num doente oncológico.

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1. Laviano & Meguid, Nutrition. 1996 May; 12(5):358-71
2. Davies M. Eur J Oncol Nurse. 2006; 9:S64 – S73
3. Baracos VE, Eur J Clin Nutr. 2018; 72: 1255-1259
4. Heburterne X et al, JPEN J ParenterEnteral Nutr. 2014;38:196-204\
5. Arends J, et al. ESPEN guidelines on nutrition in cancer patients. Clin Nutr.2017;36(1):11-48. 

A nutrição é um aspeto fulcral a ter em conta na gestão da doença oncológica, dado que as necessidades nutricionais diárias estão aumentadas nestes doentes.

Simultaneamente, os efeitos secundários dos tratamentos, tais como as náuseas, vómitos, diarreia ou alterações de paladar, têm impacto na alimentação diária dos doentes, levando a que ingiram menos quantidades às refeições.1

Quando a ingestão alimentar não é suficiente para cobrir as necessidades nutricionais, aumenta o risco de malnutrição, que se reflete na perda de peso de forma involuntária e, principalmente, na perda de massa muscular.2 A malnutrição tem um impacto negativo no doente oncológico, diminuindo a resposta ao tratamento e aumentando o risco de complicações.3-6

Sempre que a alimentação habitual não seja suficiente para cobrir as necessidades nutricionais do doente oncológico, o profissional de saúde poderá indicar a toma de um suplemento nutricional oral (SNO). Os SNO permitem um aumento da ingestão alimentar sem impactar o apetite do doente, levando a uma melhoria significativa do peso e da composição corporal, da força muscular e da qualidade de vida.7,8

Para garantir uma adequada adesão ao SNO existem alguns aspetos fundamentais a ter em conta, entre os quais o volume, a temperatura e os sabores. Suplementos nutricionais orais que tenham um baixo volume e elevado aporte calórico, e com uma maior variedade de sabores, permitem uma maior adesão por parte dos doentes oncológicos. Quanto à temperatura, os SNO podem ser refrigerados ou ligeiramente amornados (sem ferver), de acordo com a preferência do doente.9-11

As alterações de paladar e olfato também podem afetar a adesão do doente ao SNO. Até 70% dos doentes desenvolvem estas mesmas alterações antes, durante e até 1 ano após os tratamentos.12 Existem SNO especificamente desenvolvidos e validados para esta condição específica, que permitem uma sensação intensa ou refrescante no momento da toma.13 Devem ser tomados sob supervisão de um profissional de saúde.

1. Arends J, et al. Clin Nutr. 2017; 36(1):11-48.
2. Caro M, et al. Clin Nutr. 2007;26(3):289-301.
3. Martin L, et al. J Clin Oncol. 2015;33(1):90.
4. Prado CM, et al. Proc Nutr Soc. 2016;75(2):188-98.
5. Burden ST, et al. J Cachexia, Sarcopenia and Muscle. 2017.
6. Fokuda et al. Ann Surg Oncol. 2015;22:S77-85.
7. Arends J, et al. Clin Nutr. 2016; 1-38.
8. Cawood et al. Ageing Res. Rev 2012;11:278-96.
9. Hubbard GP et al. Clin Nutr. 2012; 31: 293-312.
10. Enriquez-Fernández B, et al. Support Care Cancer.2019;27:333–349.
11. Stratton R et al, Proc Nutr Soc. 2010;69(4):477-87.
12. Spotten, Ann J Oncol. 2017; 28(5):969-984.
13. De Haan J, et al. Annals of Oncology. 2018;29(8):viii603-viii640.

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